
Eu confiava em ti, eu apoiava-me em ti, eras o meu porto de abrigo, contigo eu sentia-me bem, sentia-me eu, era feliz.
Tudo tinha de acabar antes de sequer começar, de quem é a culpa? Talvez do passado, que apesar de dever ser p-a-s-s-a-d-o , ainda atormenta o teu presente.
Eu voei alto, e de repente, caí, sem rede por baixo só com o chão áspero, doeu, mas sabes? eu levantei-me e sorri, porque são estas quedas que nos fazem perceber o que realmente as pessoas querem de nós, o que sentem por nós, são as chamadas 'desilusões' que nos fazem aprender, que nos fazem crescer.
'E de repente vi-me ali ferida no meio do nada, senti um lágrima escorrer e depois um sorriso veio seca-la, porque eu mereço ser feliz!'
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